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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

sábado, 20 de dezembro de 2014

A todos os que me seguem, e aos que eventualmente me visitam, desejo Boas Festas.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Arte à (nas) janela(s)

Num palacete que durante muito tempo esteve praticamente arruinado foram efectuadas algumas obras de restauro, que permitem a sua utilização por várias áreas, nomeadamente de carácter cultural. Como ainda não foi possível, devido há falta de verba, concluir toda a restante restauração recorreu-se a uma fantástica expressão artística, nas janelas foram recriados temas relacionados com esta linda vila, Sesimbra: O Santuário do Cabo Espichel  e o símbolo que ela tem de mais marcante: O peixe (espadarte), sendo ela uma vila piscatória.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Parabéns Portugal, parabéns Alentejo. "Cante" alentejano reconhecido como Património Cultural e Imaterial da Humanidade.

domingo, 16 de novembro de 2014

Reviver memórias




Hoje voltei à minha infância, aos locais onde ela decorreu. O passeio dominical levou-me até Sobreda de Caparica, ao Solar dos Zagallos, também conhecido por Quinta dos Pianos. As fotos, as primeiras cinco são do Solar, neste local, que guardo gratas memórias, brinquei  muitas vezes no jardim, e de ter entrado no edificio, embora só recordar um corredor com painéis de azulejos na parede, visitei ou melhor fomos visitar uma amiga que se encontrava doente, e que era nossa companheira na escola que ficava muito próxima. O edificio e jardim são considerados património municipal, o jardim está aberto ao publico e o edificio apenas quando decorre eventos culturais: exposições, concertos, recitais e iniciativas para os mais novos. Caso estejam interessados em saber mais visitem a página da câmara municipal de Almada.


 


 Estas duas são no Convento dos Capuchos, também património municipal, assim como também os jardins que fazem parte do complexo, a capela está encerrada ao publico excepto para cerimonias religiosas. Foi também um local que frequentei muito na minha infância, onde este espaço era percorrido na  brincadeira. O local onde morava distava da Costa da Caparica seis Km aprox, era hábito percorrê-los a pé até à praia ficando o convento um pouco antes de chegar às terras da Costa, a foto acima tirada a partir do miradouro do convento. A outra foto é um espaço de recolhimento e meditação sob o olhar maternal da Nª. Srª. da Boa Viagem.
A foto está pouco nitida, sou mesmo má fotógrafa .Foi uma manhã maravilhosa que irá para o álbum das memórias inesquecíveis.

sábado, 15 de novembro de 2014

Leitura em dia


 Mia Couto leva-nos ao mais mágico e misterioso continente: África.

"Uma das escritoras mais admiradas e controversas da actualidade"

"Com uma honestidade frontal e desconcertante, expoê os seus pensamentos e desejos, a sua sexualidade e erotismo, a sua procura constante de amor."

 Dividida entre duas obras, viajei por dois continentes: África e Ásia

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Momento mágico


Ainda não tinha tido oportunidade de dizer que no passado dia 5, quarta feira, fui ver os Il Divo, aquele quarteto de vozes que nos fascinam. Fui com três amigas, duas desconheciam o grupo, a sua música, apenas conheciam o nome, a outra é completamente "apanhada" por eles, e eu admiro estas belíssimas vozes. Este ano compramos os bilhetes mais baratos, ficamos no "galinheiro" mas ficamos num espaço que nos proporcionou uma boa visão para o palco pois por gosto estivemos quase hora e meia na fila, os bilhetes não têm lugar marcado.
Terminaram a digressão, que fizeram por alguns países, em Portugal, no Meo Arena, o antigo Pavilhão Atlântico. 
Foi um magnifico espetáculo tendo também a participação de Lea Salonga, uma maravilhosa voz.
As amigas que desconheciam o grupo ficaram rendidas ao seu talento, e não só, os comentários sobre os homens foram suficientes para perceber que não eram só as vozes que as atraiam. São as duas divorciadas e sem homem, mas a que teve a tirada máxima foi a amiga solteira, também não tem homem, quando muito espontaneamente disse que teve o orgasmo do ano, foi rir até às lágrimas, paradas no passeio com toda aquela gente que saiu do pavilhão por ali a circular

domingo, 2 de novembro de 2014

Reflexão

Hoje é oficialmente o dia de Finados, é usual festejar-se no dia de Todos-os-Santos, dia 1 de Novembro, que comemora todos os santos que não cabem no calendário cristão, e por  ser mais prático cumprir o ritual de visitar os cemitérios para prestar homenagem aos mortos no dia feriado, e porque já está à muito enraizada a ideia que todos os mortos são santos, o que é absurdo,  mas é hoje que esse ritual se cumpre.
E porque o tema acaba sempre por ser comentado, não deixou de fazer parte das conversas rotineiras na mesa de um café com as amigas. Todas fizemos comentários, todas falamos dos nossos mortos, e no seguimento falou-se também da morte, pois é ela que serve de base para todo este cerimonial. É um conceito que pouca gente gosta de debater, se pudessem dispensavam, porque isso os obriga a enfrentar a sua mortalidade, e são muito raros aqueles que estão preparados ou se vão preparando para abandonar a "habitação", deixar apenas os despojos  num dia e numa hora que ninguém pode prever.
Pessoalmente não sou muito afetada quando confrontada com ela, não estou a referir-me à minha morte é evidente, apesar de já ter tido um "encontro imediato" com ela, mas nada recordar quando voltei ao meu corpo.
Confrontei-me com a morte na profissão que exerci, auxiliar de ação médica, talvez por isso tenha uma boa relação com ela nunca ficando abalada quando algum paciente morria, estando ao lado deles. Esta forma de aceitar a morte baseia-se numa crença tão intima de que ela é um portal, uma passagem para voltar para onde vim.
Esta conversa de café, parece mórbida não é? levou-me a escrever este texto para dizer que quando em família se fala na morte, principalmente os mais velhos, todos vão formulando os seus pedidos quanto ao modo como há-de decorrer esse cerimonial, eu já expressei o meu há muito tempo, quero ser cremada, seria inconcebível ser sepultada, sofro de claustrofobia, e  quero que as minhas cinzas sejam espalhadas pela serra da Arrábida, num local onde possa "voar",  ser a águia que sempre quis ser mas à qual cortaram as guias. Já tenho um local preferido onde possa dissolver-me no mar e na terra, o meu lado Peixes e o outro Virgem, e que seja num dia de vento para voar bem alto.

domingo, 19 de outubro de 2014

Pausa

Sempre ouvi dizer que das pessoas felizes não reza a História, talvez haja um fundo de verdade nisso, vejam o meu caso, desde que decidi ser feliz deixei de escrever histórias, começou a faltar-me a  inspiração, só escrevia quando estava desiludida, amargurada, desalentada, com todos esse sentimentos e emoções a serem transcritos para uma folha de papel e agora mais recentemente, há precisamente seis anos, para a página de um blogue, servindo essa página para me acalmar, funcionando como terapia de cura.
Quando apostei em ser feliz não sabia que um dos efeitos secundários dessa terapia seria a perda de inspiração, e mesmo da imaginação. É verdade que muita da inspiração vem do que observo ao meu redor, e as histórias que escrevo têm todas elas um fundo de autenticidade, são histórias originais, verídicas, vividas por gente com quem convivi ao longo da minha vida, outras da minha vida, em todas elas pelas asas da imaginação acrescentei mais intensidade, mais paixão, em suma foram mais empolgadas por uns pormenores que não constavam da história original, mas é isso que leva os outros a ler o que publicamos, não é verdade? Um bocadinho de drama estimula a leitura.
Voltando ao inicio, com esta falha da imaginação tenho de recorrer ao que escrevi durante anos nas páginas de cadernos, ou tenho de procurar alternativas de escrita, começar a escrever histórias felizes, e delas seriam erradicados: dor, sofrimento, tristeza, desanimo, desilusão, frustração, mágoa, e muitos mais que temos cá dentro, mas nunca iriam ser histórias da vida real, essas têm sempre uma dose de qualquer provação para nos obrigar a ultrapassar, a superar, essas adversidades, e a vida só faz sentido na busca que todos temos de fazer para alcançar o oposto de tudo o que acima descrevi, libertar-nos da dor e do sofrimento, até do sofrimento físico, transformar a tristeza em alegria, animar-nos e congratular-nos com as maravilhas que estão diante de nós, e tantas vezes não vemos porque fechamos os olhos à simplicidade, só tendo olhos para a grandeza, deixar-nos de iludir, assim está garantido que nunca nos desiludimos, e acima de tudo aprender a perdoar, perdoar alguém, pois é sempre alguém que provoca em nós esses sentimentos, que poderia dizer negativos, mas não digo porque penso que são lições que temos de aprender na passagem por esta escola.  
Não pensem que eu já aprendi tudo, ainda estou no básico, talvez o 3 básico, vou aprendendo devagar mas tudo o que aprendo ficará para sempre interiorizado.
Já estou a fugir ao assunto que me levou a escrever, era apenas para dizer que a minha imaginação anda muito  arredia, portanto as histórias não surgem como era habitual, mas quem sabe, um dia deste escrevo uma que não vão querer deixar de ler, tenha um final feliz ou triste tenho de voltar a escrever 

sábado, 4 de outubro de 2014



                                                          Dolphins Parade - Setúbal

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dia Mundial da Música

                                     
                              Deusa hindu da música- Sarasvati

domingo, 28 de setembro de 2014

Concerto

Na noite passada  fui assistir a um concerto de Mantra Tradicional Indiano, apresentado pelo Yoga Sámkhya, no Cineteatro, aqui em Sesimbra, e organizado pelo Áshrama Sesimbra.
Foi um maravilhoso espetáculo, porque composto por excelentes vozes, principalmente dos solistas, provocaram em mim quase um ligeiro transe, quase como perdesse a noção do espaço e do tempo.
Já agora, sem "graxa", o meu professor, além de ser o organizador do evento, tem uma bela voz.
Houve demostrações de yoga avançado, onde mais uma vez o meu professor, outra professora,  e uma aluna nos mostraram os ásanas de elevada dificuldade, mas demostrando também os ásanas para principiantes, daqueles que qualquer pessoa pode fazer com "uma perna às costas", também se fizeram demostrações de técnicas respiratórias. Naturalmente houve um momento de meditação, e por momentos fiquei rodeada de uma bela luz verde, um verde água  luminoso, que sentia como a fluir ao longo do meu corpo, será que é a cor da minha aura? Tenho que saber!
Para terminar, lamento de não ter voz para cantar, é que gosto mesmo muito de mantras, mas não se pode ter tudo não é?
Não há imagens nem vídeo para mostrar, talvez para a próxima?

sábado, 27 de setembro de 2014

Dia Mundial do Mar



   Pela primeira vez coloquei os pés dentro deste navio-escola, "Sagres",
 para comemorar o Dia Mundial do Mar, em Setúbal. Estive também a bordo do "Creoula" e na réplica da caravela "Vera Cruz". 

sábado, 20 de setembro de 2014

Momento filosófico

Ocasionalmente as conversas entre amigas deixam de ser as triviais, aquelas onde se diz mal das amigas, comenta-se a vida dos outros, como se a nossa não nos desse que fazer, fala-se de moda, beleza, enfim, de tudo o que está associado ao género feminino, inclusive até falamos de homens, e de outros animais. Hoje a conversa dirigiu-se para um teor mais elevado, mais metafísico, não foi política, que também é transcendente, e também surge ocasionalmente, uma amiga é, ou pensa que é, "perita"  na matéria, a sua opinião, e os comentários que formula levam-na a desvalorizar o conhecimento dos outros, só a ideologia dela é a mais perfeita, a mais correta, raramente me manifesto, pela falta de paciência, pelo cansaço que me provoca discutir com uma pessoa que não se esforça para ouvir os outros. Vou voltar atrás, antes de enveredar pela politica, como estava dizendo, a conversa foi de outro teor metafísico, discutiu-se as religiões, as monoteístas e a divindade dos seres que fazem parte delas, e, francamente, fico completamente perplexa, quando também os conhecimentos da amiga são de tal modo elevados, que às outras não lhes é permitido contradizer, ou no mínimo  ter outro juízo sobre o assunto. Tem sempre a certeza absoluta de tudo o que diz, como se tudo o que diz fosse a mais excelsa razão, como se licenciada em teologia, deu-lhe para  discutir a origem divina de Jesus, argumentando uma série de factos que não levaram a conclusão alguma, ou pelo que consegui concluir Jesus não é o Filho de Deus, tentei argumentar que todos nós somos filhos de Deus, e como tal todos feitos à sua imagem e semelhança, portanto somos todos deuses, isso ainda provocou mais a sua verborreia. Quando tive oportunidade de manifestar-me disse que independentemente de Jesus ser Filho de Deus para mim é um "iluminado", como tantos outros que a este mundo vieram espalhar a Palavra, difundir o Amor, o Perdão, e Jesus mais que todos os outros deixou-nos uma das mais lindas exortações: "Amai-vos uns aos outros", pois creio cegamente que será através do  Amor que o Homem se libertará e ascenderá à sua condição de divino.
Claro que voltou a pôr em causa o que eu tinha dito, já a sentir a paciência a esgotar-se dei por terminado o diálogo, ou melhor o monólogo com a famosa frase: "Só sei que nada sei", porque para tudo o que está para lá do visível ou se acredita ou não, e eu não preciso de ver para acreditar.

Como disse o autor do "Principezinho": "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos."

P.S. Esclareço que, apesar do "mau" feitio, é Capricórnio com ascendente em Touro, gosto muito da amiga, e damo-nos muito bem.
 

domingo, 31 de agosto de 2014

Em cada página virada liberta-se a fragância das especiarias e das ervas: cardamomo, canela, baunilha, pimenta, tamarindo, chá verde, alfazema, jasmim, , etc., envolvidas no magnifico e       intenso aroma do chocolate.                                                                        
São páginas agridoces em que: " a fantasia, realidade, chocolate e natureza se fundem na perfeição."                                                                                
Neste "delicioso" romance uma das personagens levou-me a viajar no tempo, também senti essa  indiferença, desprezo e humilhação, também por esse nome fui chamada.                                                                                                 

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Ir por aí.

Assim do nada, sem nada planeado, decidimos fazer uma "escapadinha", a opção foi ir calmamente pela Costa Vicentina, e dependendo da disposição até ao Algarve. A partida foi depois do meio-dia, como a hora do almoço se aproximava fomos até Setúbal, não foi choco frito, que adoro, mas bacalhau com grão e uma boa salada acompanhado de um excelente vinho tinto, bebemos apenas um copo, pois o factor condução a isso obriga, e terminamos com uma doçura de talhada de melão.
Fizemo-nos ao caminho e fomos apreciando a paisagem, o litoral alentejano com as suas maravilhosas praias, Sines, aqui ficamos duas horas a "banhos", Porto Côvo, um dia tenho de ir à sua ilha, a do  Pessegueiro, vou lá almoçar, Vila Nova de Milfontes, como estávamos bem dispostos fomos por ali abaixo, até Sagres, outro local mágico, com memórias inesquecíveis, chegamos ao fim da tarde, como tínhamos almoçado bem o jantar limitou-se a sandes, sumos e fruta.
Pela madrugada vi um magnifico nascer do sol  no porto da vila.
Retomamos a viagem, como economicamente não andamos propriamente a esbanjar euros fomos comprar o pequeno almoço numa das várias áreas comerciais que pupulam pelo nosso  país, tipo Continente, Pingo Doce, Aldi, etc.,  e depois numa zona arborizada, um parque das merendas, sentamo-nos a saborear as delícias que nos tentaram. A viagem continuou até Armação de Pera, aí depois de beber um excelente café fomos até à praia, a temperatura estava, para mim, no ponto, é que tenho uma pele clara que dificilmente bronzeia, portanto com um solinho ameno posso ficar ali deitada sem receio de escaldões, a água, que é o que mais gosto na praia, estava tipo icebergue derretido. 
Lá voltamos às compras, umas empadinhas de atum, uma salada, daquelas que trazem tudo e mais alguma coisa, e, como não podia deixar de ser, fomos até Pêra para visitar e admirar as famosas esculturas de areia, esculpidas por um conjunto de artistas de várias nacionalidades, dedicados a esta forma de expressão artística. Estas, cerca de 100, impressionantes esculturas foram esculpidas com 40.000 toneladas de areia, e cujo tema é a música. Vamos ficando de "boca aberta" ao ver os nossos cantores e grupos musicais preferidos ,ou não, esculpidos de forma tão realista, e como a música é essencial para a dança, também bailarinos e danças famosas ali estão esculpidos, assim como cenas de filmes que marcaram gerações e cujas músicas ficaram no ouvido, e ainda o circo que tem na música um papel relevante. Continuamos até Faro, já quase ao findar do dia, e, como acima referi, há falta de euros, o jantar foi novamente de "Take Away", entre frango de churrasco, rissóis de camarão, batatas fritas, perdi a cabeça por elas, e um arroz chau-chau, fruta e umas minis (cervejas), jantamos num estacionamento junto da carrinha, é claro que levamos uma mesa e duas cadeiras, assim como outros acessórios para jantarmos dignamente. Depois foi passear na marginal e tivemos o prazer de ver o Festival "Folk Faro", nesse dia ouvimos um grupo magnifico, com vozes lindas, o grupo "Canto Andarilho" de S. Brás de Alportel, Depois foi a vez do folclore da Eslovénia, que me impressionou pelo movimento e resistência dos dançarinos, dignos das palmas com que foram agraciados.
De manhã voltamos à estrada para Tavira, ver a sua linda "Ria Formosa", e é mesmo formosa, embarcamos num pequeno "ferry" que nos levou à ilha de Tavira, fiquei "perdida de amores" por ela, passava, de boa vontade, lá uns dias a "mandriar". Mas a paisagem que mais me deixou surpreendida, e adorei, foi em Cacela-a-Velha, é um local tão lindo, que, posso dizer, trocava Sesimbra por ele, aquelas praias nas várias ilhas, e para as quais podemos ir atravessando a ria a vau. Também aí almoçamos, numa zona ajardinada, saboreando mais uns "pronto a comer" e mais uns docinhos que fomos comprando ao longo do percurso, aqueles maravilhosos doces algarvios: "frutos de maçapão, morgados, toucinho do céu, flores de figos com amêndoas", é claro que não comemos estes todos, foi apenas uma referência a esta doçaria tão famosa. E para terminar a viagem tínhamos decidido voltar a Faro para ver outra vez o "Folk Faro", desta vez com o folclore de França, mas chegando lá, por vezes há necessidades imperiosas, procuramos pelos sanitários, e qual não é a surpresa, não existem, o senhor presidente da Camara de Faro acha esses espaços desnecessários, para o caso de deles precisar procura-se um café, pastelaria, etc., e utiliza-se os sanitários do espaço, o que é irreverente quando não se pretende fazer consumo, e há mesmo estabelecimentos onde está bem visível o aviso para não utilizar os sanitários se não fizer consumo, será que há um acordo entre os comerciantes e o senhor presidente? Isso levou-nos a fazer a viagem de regresso a casa, é claro que se teve de ir à mata. No caminho outra paragem para pensar no jantar, ir ou não ir até Alcácer do Sal, mas ponderamos que não valeria a pena,  tínhamos ainda alguns "restos" e num local lindo, a entrada para uma herdade, o "Monte Negro", rodeados de campos de milho, acabamos com eles, os "resto".
Ao longo deste texto não fiz referência onde pernoitamos, mas já agora ficam a saber que dormimos dentro da carrinha, e até se dorme bem, pois levávamos uns colchões de campismo que se ajustavam muito bem aos bancos da carrinha, com uns painéis de proteção solar improvisamos umas cortinas, e no tocante à higiene não há nada que uns bons toalhetes, e agora há para todas as necessidades, não resolvam, para além do duche nas praias. Foram dois dias e meio, vim com as "baterias carregadas", sem stress. Sempre gostei de viajar assim, há uns anos atrás até de mochila às costas, mas agora se fosse por mais dias já não dispenso um bom banho com o respectivo ritual, e uma boa cama.
   

Nascer do sol em Sagres

 Praia de Armação de Pêra
Cena do filme "Titanic"

Cena do filme "Madagáscar"

 Beethoven
 "Pierrot"
 Dança do ventre

 Cacela-a-Velha _ ria

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Derradeiro acampamento

Três dias, duas noites, de acampamento. Fiz em Tróia umas micro férias, não é a primeira vez, já para lá vou há cerca de vinte anos, mas este ano tive uma surpresa, eu que dizia, cheia de certeza, que as melgas (mosquitos)  não me tocavam, e até à primeira noite em Troia isso era verdade, nessa noite quase fui comida viva pelos tais indesejáveis insectos, quase do tamanho de moscas, mesmo usando repelente. Usando uma expressão popular "cuspia para o ar caiu-me em cima", é também caso para não dizer, "desta água não beberei". Na segunda noite foi ainda mais cerrado o ataque dos bichinhos, o repelente já era colocado por cima da roupa, porque na verdade estávamos totalmente cobertos de roupa, e mesmo assim eramos picados por cima desta. Fizemos uma fogueira na praia de modo a afoguentá-los, e porque também estava frio, e os danados não nos largavam, parecia  que se davam bem com o calor.
No terceiro dia, eramos só para regressar à noite, depois do pequeno almoço ala que se faz tarde, foi colocar todo o material no barco e regressar a Sesimbra.
Estou cheia de bolhas, e preciso de ter uma força de vontade férrea para não me coçar, é que a comichão é de loucos mesmo usando produtos próprios para tais padecimentos. Este acampamento em Troia foi provavelmente o último, gosto muito do contacto com a natureza, o rio é espectacular, ver os golfinhos ali tão próximos é maravilhoso, mas não simpatizo com melgas, ainda mais quando fui picada de forma tão violenta. Para o ano só vou "acampar" na suite de um "resort", em Troia, é claro.  
























domingo, 3 de agosto de 2014

Ontem à noite dei uma voltinha pela Feira do livro que decorre aqui na vila, é que, para além do prazer que tenho de  estar rodeada de livros, também tinha conhecimento que o escritor Francisco Moita Flores lá estaria para uma breve palestra sobre o seu último livro, e assinar os que os leitores adquiriam nesse espaço. Gostei de o ouvir resumindo o conteúdo do livro de uma forma apaixonante, como aliás apaixonante é toda a sua obra.  É considerado pela crítica como o melhor argumentista do país sendo também distinguido  em Portugal e no estrangeiro pela qualidade da sua obra. Também como romancista tem criado excelentes obras, entre as quais destaco: Mataram Sidónio; A Fúria das Vinhas, as que li. Das séries que produziu, como argumentista, para televisão vi algumas como: O processo dos Távoras; Alves dos Reis; Quando os lobos uivam; A Ferreirinha.
É colaborador em vários jornais e televisões como comentador. E claro que depois de o ouvir tive de comprar o livro e pedir-lhe que o assinasse. Um dia deste irei à biblioteca, e se esta tiver as suas obras irei com certeza ter imenso prazer de as ler.
A obra que comprei e que tenho assinada pelo autor chama-se : Segredos de Amor e Sangue, é sobre a vida de um dos maiores assassinos, Diogo Alves. "Quando a força da Paixão e das Letras derrota o maior assassino de todos os tempos".
 

terça-feira, 29 de julho de 2014

   "Um Romance inesquecível e intenso que envolve o leitor na magia dos livros".
Seriam estas as palavras que usaria para qualificar este livro, como não há nenhum autor que assine, presumo que seja da editora, faço uso delas mesmo assim. 

domingo, 27 de julho de 2014

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Passeio às origens

 Magnífica paisagem de um açude na Herdade dos Fidalgos, concelho de Coruche, de onde eu sou oriunda.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Terapia alternativa

Li tudo, e procurei todas as ajudas que fossem úteis para me auxiliar a manter um bom relacionamento com os outros. Procurei na Religião (algumas), depois desisti, na Filosofia, na Psicologia, em workshops de técnicas várias, de modo a conseguir relacionamentos equilibrados. Em tudo procurei aprender o amor incondicional, a compaixão, o respeito pelas diferenças, etc., mas por vezes o relacionamento torna-se difícil, deixamos de falar a mesma língua, (não há tradução) então fraquejo e perco o autocontrole, "roda a baiana", e faço uso da forma mais elementar de resolver a questão, mando o outro para aquele local mais básico que existe, mando-o para a MERDA.
Não resolve o assunto, mas enquanto vai e não volta, há tréguas, volto à minha serenidade, ao meu estado zen, faço as pazes comigo e com o outro, se não; mando-o resolver os conflitos noutra freguesia. Engolir sapos é de todo impensável, causam-me asfixia, afonia e outros ias.

domingo, 29 de junho de 2014

Santos populares em Sesimbra

 
Adro da igreja de Santiago

 
 Largo do Grémio
Rua dos Pescadores


É hábito, aqui em Sesimbra, enfeitarem as ruas para festejar os santos populares, S. António, S. João, S. Pedro. Nestes festejos há ótimos petiscos, como: sardinha assada, polvo, candemontes, caldeiradas, etc., e não podendo faltar, o vinho, cervejas, sangrias. Atualmente já se perdeu o hábito das fogueiras, mas os bailaricos continuam a estar presentes.