Translate

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Hoje a preferência foi para ele. Depois de ler um dos seus livros decidi ouvir a sua música.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Pensando na fuga...

Dando continuidade ao texto anterior, continuo a pensar na fuga, desertar para um local ermo, onde os únicos sons que ouviria seriam os das aves, do rastejar dos répteis, do murmúrio das árvores, do som da água num qualquer regato ou cascata, no som das ondas, e aí sim iria repor as energias que se estão a esgotar.
Quem segue o meu blog sabe que sou muito dada a fugir (risos) mas são fugas saudáveis, necessárias para alimentar o espírito através do contacto com a natureza, sempre que tenho oportunidade é isso que faço. Entretanto até ser possível encontrar o tal espaço vou ficando por aqui, sempre que tenho oportunidade escapo, fujo, para o mato, umas vezes só, outras com o Obélix, o meu cão buldogue francês, são nestas caminhadas pelo meio da vegetação, do verde, ainda há algum por esta zona, que encontro alguma serenidade.
Apesar de tudo ainda tenho aproveitado a praia quase de madrugada e ficar de "molho" embora a água esteja à temperatura glaciar mas o velho hábito das praias desertas ainda cá mora, aí sim! era mesmo o contacto com a natureza, acampar e nadar como viemos ao mundo às tantas da noite é sem dúvida um dos melhores prazeres, as praias deixaram de ser desertas, cada vez mais gente lhes tem acesso, seja a pé seja de barco, ora isso significa que certos hábitos tiveram de terminar. 
Sesimbra, pese embora o excesso de gente, oferece, em termos culturais, uns bons espectáculos, alguns, para mim, imperdíveis e lá faço o esforço de deslocar-me aos locais para assistir mas a minha fobia à multidão, algum dia farei regressão para saber o porquê, faz com que esteja sempre ansiosa para sair dali, consigo controlar-me, ainda não entro em paranoia, mas quando acaba volto a respirar. Estou a ficar preocupada com esta mania, de fugir das pessoas, tenho de resolver isto rapidamente senão um dia viro "bicho do mato".   

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Fuga

RIA FORMOSA
                   
Ando fartíssima da confusão que há nesta localidade onde vivo, Sesimbra, é a Benidorm portuguesa, gente e mais gente, viaturas em todos os cantos e recantos, que dou por mim a desejar afastar-me quilómetros. Sesimbra é uma vila linda, tem um praia maravilhosa bastante segura, são sem dúvida esses factores que levam os turistas a procura-la mas eu estou "pelos cabelos". Férias só em Setembro, quase no final do mês até lá procuro  estar na praia bem cedo, quando chegam os "praistas", principalmente as famílias com o "arsenal" ou seja com os chapéus de sol, os toldos, as marmitas com os pequenos almoços e almoços, as piscinas, bóias, braçadeiras e bolas insufláveis, e mais as vozes ruidosas e por vezes ordinárias, eu regresso.Tenho tido, apesar de tudo, oportunidades de ir até a algumas praias, que continuam praticamente desertas, e até Tróia, agora só por um dia, acampar como durante anos sucedia já não se faz, de manhã ficamos pela praia e depois almoçamos a bordo.  Mas preciso urgentemente de fugir desta multidão, de ir para um local onde repouse o corpo, a mente e principalmente o espírito, e o melhor local para isso acontecer é o que está nas fotos. Só lamento é que isso não passe de uma ilusão, uma fuga à realidade, conheço muito bem o local, já lá passei momentos maravilhosos mas neste momento não é possível ir até lá. Mas preciso mesmo de fugir.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Os pequenos(longos) momentos

 Um daqueles livros que nos fazem aproveitar todos os momentos para aprofundar a leitura, sempre na antecipação, de, em cada página, sermos surpreendidos, assombrados, fascinados, enfim, de viver todas as aventuras na ânsia de chegar ao fim desta deslumbrante história.
"O retrato sublime de uma das mulheres mais importantes da história peninsular e da história europeia do séc.: XVI."
"Isabel de Portugal considerada uma das mais belas mulheres do seu tempo, esposa de Carlos V o soberano mais poderoso de toda a cristandade. Amor à primeira vista que durou toda a vida em Sevilha"

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Viver

                              Meus olhos perdem-se no infinito azul
                              que me leva aos confins do mundo
                              sem deste nunca sair.
                              Navego numa aparente frágil nau
                              na tormenta, no encapelado
                              na bonança, na calmaria
                              de um silêncio abrupto
                              na visão dos abismos
                              dos fantasmas perdidos
                              vagando sem rumo
                              sem amarras, sem grilhetas
                              que já não me assombram.
                              Navego na fúria das ondas altaneiras
                              nas rajadas do vento inclemente
                              das intempéries da vida. 
                              Perco a bússola perco o leme
                              as velas esfarrapam-se
                              mas o casco é de aço.
                              Leva-me náufraga a porto seguro.
                             

domingo, 25 de junho de 2017

Porto de Abrigo e Marina-Sesimbra
Castelo-Sesimbra

Vila de Sesimbra




domingo, 18 de junho de 2017

Crime ou acidente natural

Neste momento Portugal está de luto. Um incêndio de enormes proporções lavra em Pedrogão Grande, distrito de Leiria, perfazendo até agora 57 vítimas mortais e mais de 50 feridos alguns com gravidade. 
Não se sabe se foi provocado por mão criminosa ou devido às altas temperaturas que se fazem sentir, na ordem dos 40 graus, e à trovoada seca que se desencadeou nessa zona.  Seja de uma maneira ou de outra é um flagelo que está a deixar a população em pânico. Diversas corporações de bombeiros do país e de Espanha  encontram-se a combater esse "monstro" que não dá tréguas. Que estes homens, heróis, consigam pôr-lhe fim.