Translate

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Por a cultura em dia

 Hoje fui ao museu, e em simultâneo fui a uma exposição.
No palácio nacional da Ajuda (museu) vi a maior mostra individual de Joana Vasconcelos nos aposentos reais.
Todas as obras eram interessantes e mereceram ser vistas, apesar do bilhete não ser barato, 10€, que custou um pouco a desembolsar.
Não era permitido tirar fotos com flash, a minha câmara não é suficientemente boa para tirar fotos nestes espaços sem ele. Consegui estas, mal tiradas por sinal, porque utilizei o flash muito rapidamente quando na ausência dos vigilantes. Um par de sapatos feitos de tachos de inox, com o nome de Marilyn, representa a dualidade feminina (tachos e saltos altos) e um helicóptero, o Lilicoptére, feito de metal pintado a ouro com cristais  Swarovski, tapetes de Arraiolos, e plumas de avestruz.


domingo, 4 de agosto de 2013

Lição de vida nº. 3

Decorridos uns dias em que me senti literalmente neurasténica, hoje levei uma boa lição, daquelas que como se diz: "um murro na cabeça para abrir os olhos".
Eu que a tudo tenho recorrido na tentativa de me reabilitar, isto é de me amar e respeitar, não permitindo que voltassem a destruir a minha auto-estima, que levou anos a erguer-se da "merda" para onde a tinham lançado, voltei a sentir-me inferior a um verme.
A minha sorte, e esforço, é que esta sensação é temporária, e a lição que alguém me deu hoje levou-me a reencontrar-me, a voltar a mim ainda mais rapidamente.
Disseram-me que eu quando comento ocorrências  na minha vida, as más, atraio outras iguais, ou seja crio um ciclo vicioso de ocorrências más, que só serão eliminadas se deixar de falar nelas. Principalmente tenho de deixar-me de sentir vítima. coisa que não me sinto na verdade, mas devo passar essa ideia, ainda tenho de comprar algum livro que me ensine a passar aquilo que sou, porra, deveria ser atriz, estou sempre a representar.
Mas talvez alguém me possa esclarecer, talvez um iluminado, visto que o comum dos mortais tem ainda muitas dificuldades de lidar com temas destes: Como é que reagimos perante uma ameaça de morte? Não comentamos com ninguém? Não informamos ninguém do nosso receio? Silenciamos em nós essa ameaça? Será que a pessoa que fez a ameaça estava apenas a brincar? Será que eu é que não tenho sentido de humor? Porque será que eu dou tanta relevância ao assunto? E seria um interminável números de porquês, portanto o melhor é nada perguntar, porque me disseram também que eu tenho de parar de me atormentar, porque enquanto o fizer atraio até mim essa ameaça, que se não me acautelar, isto é deixar de pensar no assunto, pode-se tornar facto.
É pá! eu acredito em muita coisa, até em algumas que ninguém acredita, mas tentar levar isto a sério pode custar-me a vida. O melhor é "ter um olho no burro e outro no cigano", não vá o diabo tecê-las. 
  

terça-feira, 23 de julho de 2013

Haja paciência!

Quando por vezes vou tomar um café com alguma amiga é quase certo que se junta sempre uma amiga da amiga, e não foge à regra que a conversa se estende até à beleza, mais propriamente à beleza feminina.
É um tema que  me cansa, já não tenho paciência para as ouvir comentar a beleza ou o seu oposto, de A e de B. São conversas tão ocas, que dou por mim a afastar-me mentalmente. E quando toca alguma se auto-elogiar então é que a paciência se esgota de todo.
Uma amiga da amiga todo tempo que está connosco centra todo o tema de conversa nela, põe-se a descrever todos os seus atributos, que aos seus olhos fazem dela um ser perfeito: não tem celulite, sortuda, não tem rugas, sortuda, não tem cabelos brancos, sortuda, é magra, não tem gorduras localizadas, não tem, não sei mais o que, mas tem uns olhos lindos, uma pela linda, etc, em suma a senhora é uma perfeição mas tão perfeita que dou por mim a pensar, enquanto se auto-elogia, na anedota da rosa e da couve-flor:
" A rosa  passava o tempo a falar da sua beleza: sou linda, bela, vistosa, todos me  apreciam e elogiam.
A couve-flor farta de ouvir, e sem paciência para tanto egocentrismo, responde-lhe:
"Quiridinha" você é linda, bela, gostosa, todos a elogiam mas "cara" ninguém te come né!"
 Aplica-se na perfeição à senhora a quem também não falta um ego desmesurado, mas que também ninguém quer  "comer". Vai-se lá saber porquê?

sábado, 29 de junho de 2013

Sobre tempos e pensamentos

"Aos 10 anos todos nos dizem que somos espertos, mas que nos faltam ideias próprias. Aos 20 anos dizem que somos muito espertos , mas que não venhamos com ideias. Aos 30 anos pensamos que mais ninguém tem ideias. Aos 40 achamos que as ideias dos outros são todas nossas. Aos 50 pensamos com suficiente sabedoria para já não ter ideias. Aos 60 ainda temos ideias mas esquecemos do que estávamos a pensar. Aos 70 só pensar já nos faz dormir. Aos 80 só pensamos quando dormimos."

"In "-Venenos de Deus Remédios do Diabo-  Mia Couto

sábado, 22 de junho de 2013

Sesimbra à vista.


                                                           Sesimbra vista do castelo.

                                              "Nós nunca nos realizamos.
                                 Somos dois abismos - um poço fitando o céu"
           
 Fernando Pessoa - Livro do Desassossego

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Dia de Portugal

                       Hoje é o Dia da "ditosa pátria minha amada"