Para acalmar
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Justiça!
Tenho dias que só quero ir para o "deserto" , quando estou confusa, perplexa com o comportamento dos que me rodeiam, mais especificamente a família, é que não consigo de todo aceitar que uma pessoa insulte apenas porque lhe dá na real gana, e sair impune porque ela própria de antemão se desculpa dizendo que o que diz não é por mal, com o desplante de ainda acrescentar que não disse nada disso ou que não se lembra de proferir tais palavras, ora isto é uma tremenda hipocrisia, assim todos os outros têm de o absolver, e aí de quem o condenar, passa rapidamente a vitima. É incapaz de formular um simples pedido de desculpa, os que são insultados têm de "engolir" os insultos, o que não é nada saudável, é necessário ter uma boa auto estima para não ficar incomodado por tais "elogios" , e para além disso provoca distanciamento entre os familiares, porque nem todos tem arcaboiço para aceitar que a pessoa é assim, que não altera o seu comportamento gostem ou não. Tem uma frase chave que é indiscutível: "Eu sou assim, não digo por mal", portanto ofender, insultar, levantar falsos testemunhos, humilhar é para ela naturalíssimo, visto que não é intencional, o problema é dos outros, eles é que criam dramas. Sou apanhada no meio, como é habitual, e tento colocar "os paninhos quentes", ou seja tento relevar o assunto na medida que o que insulta e os que são insultados, eu inclusive, são todos queridos, ficando no meio sofro a dobrar, é fácil dizer que tenho de me manter neutra mas vivo diariamente a situação porque não tenho o distanciamento necessário para criar defesas ou porque não quero criar esse distanciamento pelos que amo. Lamento que a pessoa em questão não se esforce para reconhecer os seus erros, as suas falhas, isso seria dignificante da sua parte, porque tenho o estranho pressentimento que vai ficar muito só, quando digo só é mesmo pelo afastamento dos outros que não lhe toleram o comportamento, e não só a família também os poucos amigos se ressentem desse comportamento, deixando alguns de lhe dirigir palavra.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Despedida
Ao largo desta praia as cinzas da amiga foram hoje, pelas mãos das amigas, depositadas no mar que ela tanto amava. Libertamos-te do último elo, fica em paz. Até ao reencontro.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Luto
Hoje uma amiga partiu, voltou para "casa", libertou-se de tanta dor, tanto sofrimento, agora está em paz.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Há momentos passados numa sala de cinema, num dia de chuva,que dão imenso prazer. Ando numa
"maré" cinematográfica e fui ver "A rapariga dinamarquesa", é um filme intenso, tanto pela actuação dos actores como pela "história" que é contada ao longo do filme. É baseado no livro de David Ebershoff que nos conta a vida dupla do pintor dinamarquês Einar Mogens Wegener, um dos primeiros homens a submeter-se a uma operação para mudar de sexo, transformando-se em Lili Elbe. É outro filme que recomendo, quem gosta de filmes que mexem com as emoções este é um deles, porque quase que vivemos o drama, sentimos o sofrimento, a insegurança e o medo das personagens, quase ou praticamente deixamos-nos envolver, esquecendo que são actores a dar corpo às personagens.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Mandriar
O dia todo, desde as 10 horas da manhã até à presente hora, foi só a mandriar, a ter um ataque de "preguicite" aguda. Passei o tempo a ver filmes e a comer, vi filmes já bem antigos como "Cleópatra" aquele com a Elisabete Taylor, a seguir foi a vez do "Era uma vez...um pai", o pequeno almoço foi tomado a ver o filme, uma pausa para levar o cão à rua, e fazer o almoço especial, que na verdade estava quase confecionado de véspera, foi só acrescentar mais umas caloriazinhas, tenho de pensar seriamente em as eliminar mas fica para amanhã. Voltei para a televisão e foi outro excesso de filmes, "As palavras que nunca te direi" "Lado a lado", com outro intervalo para comer mais umas "porcarias" e levar o cão a dar uma volta, que na verdade foi só meia volta. Entretanto deixei o aviso que o jantar seriam sobras, não ia passar o primeiro dia do ano a cozinhar, era o que faltava, e recorrendo ao bom senso fiz para mim um flocos de aveia com maçã e canela mas de seguida mandei o bom senso ir dar uma volta e o bolo rei e as azevias reclamaram o seu direito a serem consumidos. Depois foi levar o cão outra vez à rua e preparar-me para ver outro filme: " Os gatos não têm vertigens", este um filme português, já o tinha visto numa sala de cinema mas vou voltar a vê-lo porque merece. Fazendo o balanço do dia uma coisa tenho ciente, não vou ter sentimentos de culpa, é isso precisamente que faz mal à saúde, e mais, mereci um dia a mandriar e a saborear todas as coisas que neste dia merecem ser saboreadas, amanhã irei reiniciar as minhas rotinas diárias, as caminhadas, a prática de yoga, e os cuidados com a alimentação. Mas mandriar de vez em quando, mesmo que seja só um dia no ano, é tão bom!
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