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Os sonhos sonhados
os sonhos ambicionados
Não aconteceram! Terminaram antes de começar.
Depois acordar
e recomeçar.
Sempre!
tantas vezes
e voltar a sonhar
e nada acontecer!
Alguém disse: " O sonho comanda a vida"
Os meus envenenaram a minha.
Tantos sonhos sonhados
e todos falhados
Agora estou em paz com a vida.
Bastou deixar de sonhar!
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Tréguas
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Vícios

terça-feira, 21 de agosto de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Retorno ao meu mundo
Tem sido difícil arranjar tempo para ler, tantas solicitações, tantas ocupações, e tanta perda de tempo.
Ultimamente dou por mim a retroceder no processo que impôs a mim mesma, criar distanciamento de certas pessoas, queria distanciamento físico mas isso não é possível, que estão a tentar sugar as minhas energias para se alimentarem. Toda a semana surgiram conflitos fazendo de mim mediadora,
tento ser justa, tento ver ambos os lados da questão mas torna-se impossível alguém sai sempre magoado, isto de agradar aos gregos e aos troianos deixa-nos de rastos, tentar ser neutra, não me envolver ainda é pior, é porque eu sou insensível, indiferente, não me preocupo com os outros, como se eu tivesse o dom de acalmar tempestades. Vem um e diz que o outro o magoou, vem o outro e vice-versa, tento falar com a máxima cautela, não vá ferir susceptibilidades, e ainda sou acusada de não tomar partido, de não acusar frontalmente qualquer um. Não quero ser juíza de ninguém porque cada um tem as suas razões, cada um fala da justiça a que tem direito, quem sou eu para julgar. Isto tudo, alonguei-me no texto, para dizer que assim que tenho um pouco de tempo para mim mergulho nos livros, retorno ao meu mundo, ao mundo mágico das letras e aí acalmo as tempestades que deixam em mim. Os últimos são estes dois, magníficos.
"Não é a força da gravidade que mantém o universo em equilíbrio, mas a força da atracção do amor."
Um dos romances mais pessoais da autora cujo tema é bastante actual: A realidade da migração.
Este é o primeiro livro que li do escritor Cabo Verdiano. Ironicamente comecei pelo último publicado em Portugal, foi retirado arbitrariamente da prateleira da estante da biblioteca, não conhecia o autor mas depois de lido conclui que é um belíssimo romance, o que é um incentivo para ler as restantes obras.
Ultimamente dou por mim a retroceder no processo que impôs a mim mesma, criar distanciamento de certas pessoas, queria distanciamento físico mas isso não é possível, que estão a tentar sugar as minhas energias para se alimentarem. Toda a semana surgiram conflitos fazendo de mim mediadora,
tento ser justa, tento ver ambos os lados da questão mas torna-se impossível alguém sai sempre magoado, isto de agradar aos gregos e aos troianos deixa-nos de rastos, tentar ser neutra, não me envolver ainda é pior, é porque eu sou insensível, indiferente, não me preocupo com os outros, como se eu tivesse o dom de acalmar tempestades. Vem um e diz que o outro o magoou, vem o outro e vice-versa, tento falar com a máxima cautela, não vá ferir susceptibilidades, e ainda sou acusada de não tomar partido, de não acusar frontalmente qualquer um. Não quero ser juíza de ninguém porque cada um tem as suas razões, cada um fala da justiça a que tem direito, quem sou eu para julgar. Isto tudo, alonguei-me no texto, para dizer que assim que tenho um pouco de tempo para mim mergulho nos livros, retorno ao meu mundo, ao mundo mágico das letras e aí acalmo as tempestades que deixam em mim. Os últimos são estes dois, magníficos.
"Não é a força da gravidade que mantém o universo em equilíbrio, mas a força da atracção do amor."
Um dos romances mais pessoais da autora cujo tema é bastante actual: A realidade da migração.
Este é o primeiro livro que li do escritor Cabo Verdiano. Ironicamente comecei pelo último publicado em Portugal, foi retirado arbitrariamente da prateleira da estante da biblioteca, não conhecia o autor mas depois de lido conclui que é um belíssimo romance, o que é um incentivo para ler as restantes obras.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Fim da viagem
Crónica da viagem VI
E navegando, chegamos a Sète, comuna francesa, situada na região da Occitânia. Graças a Luís XIV, o Rei Sol que escolheu o cabo Sète para ligar o Canal do Midi ao mar, inaugurado em 29 de junho de 1666, afirmou a sua orientação marítima. È uma cidade linda, com canais onde se disfruta belos passeios pelas avenidas que lhes servem de margens. Vi muito pouco, não passei da marginal.
O barco de cruzeiro fica atracado num terminal e uma rede de autocarros levam-nos e trazem-nos do porto para a cidade e vice-versa. os meus acompanhantes não quiseram sair da zona comercial, para eles andar é um grande frete, eu sou o oposto, a que queria comprar prendas para a neta continuava a insistir nisso. ainda os desafiei a caminharmos ao longo de alguns canais mas ninguém quis, lá se instalou outra frustração, e mais agravada devido ao companheiro não mostrar o mínimo interesse, só pensava em almoçar. Depois do almoço convidei -os a voltar à cidade, se não fossem ia eu, mas a chuva decidiu dar ares da sua graça, não eram salpicos era mesmo chuva intensa, portanto o melhor era ficar a bordo a beber caipirinhas, gins tónicos, cervejas e outra especialidades, era o que mais gostavam. dois deles regressaram com o fígado em "vinha d'alhos".
Cada um escolhe o que lhe dá mais prazer, eu é que fico sempre "a ver navios", estava em minoria. Se voltar a fazer outra viagem destas faço um ultimato ao companheiro: Os dois, sempre ouvi dizer que um é pouco, dois são bons e três são de mais, ora eramos seis, não resulta, ou não vou ou vai ele com as suas amizades. No único canal que vimos só lhes interessava ver os barco de pescas, "pexitos limitados" e maldizentes.
O barco de cruzeiro fica atracado num terminal e uma rede de autocarros levam-nos e trazem-nos do porto para a cidade e vice-versa. os meus acompanhantes não quiseram sair da zona comercial, para eles andar é um grande frete, eu sou o oposto, a que queria comprar prendas para a neta continuava a insistir nisso. ainda os desafiei a caminharmos ao longo de alguns canais mas ninguém quis, lá se instalou outra frustração, e mais agravada devido ao companheiro não mostrar o mínimo interesse, só pensava em almoçar. Depois do almoço convidei -os a voltar à cidade, se não fossem ia eu, mas a chuva decidiu dar ares da sua graça, não eram salpicos era mesmo chuva intensa, portanto o melhor era ficar a bordo a beber caipirinhas, gins tónicos, cervejas e outra especialidades, era o que mais gostavam. dois deles regressaram com o fígado em "vinha d'alhos".
Cada um escolhe o que lhe dá mais prazer, eu é que fico sempre "a ver navios", estava em minoria. Se voltar a fazer outra viagem destas faço um ultimato ao companheiro: Os dois, sempre ouvi dizer que um é pouco, dois são bons e três são de mais, ora eramos seis, não resulta, ou não vou ou vai ele com as suas amizades. No único canal que vimos só lhes interessava ver os barco de pescas, "pexitos limitados" e maldizentes.
Crónica da viagem IV
Continuando a navegar chegamos ao porto de Livorno, é capital da província de Leghorn, na Toscana. É uma cidade muito industrializada, principalmente na construção naval, seguida pela metálico-mecânica (ferro, aço, cobre e alumínio), refinarias de petróleo, vidro e industria química . É também um porto comercial, tem ruas que são autênticos centros comerciais, tem todas as lojas conhecidas no mundo inteiro mais as do comércio local e ainda feirantes em plena rua e roulottes com comida e bebida. Algumas igrejas e praças lindas, canais e a "Fortezza Vecchia" ou em português Forte Velho. Daqui partem as excursões do cruzeiro para as cidades de Florença e Piza, não fui😪
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