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quarta-feira, 24 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Calamidade
Portugal está a arder!
Devido ã negligência, há falta de prevenção, e, principalmente, aos actos criminosos Portugal arde quase, pode-se dizer, de norte a sul, incluindo a ilha da Madeira.
É lamentável que os criminosos, alguns deles com antecedentes, sejam libertados e voltem sistematicamente a cometer o mesmo crime, não sou apologista da violência e sou de todo contra a pena de morte mas por vezes dou por mim a desejar que estes filhos da puta ardam no inferno que criam, onde tudo se destrói pela força imperiosa e avassaladora do fogo, que nada poupa no seu caminho. Será, pergunto eu, que as cadeias nacionais têm lotação esgotada ou deixá-los apodrecer lá implica despesas extras para o governo, neste caso para o povo, se for o caso ponha-nos a combater os fogos que atearam sob vigilância das autoridades: Bombeiros, Polícia, Proteção Civil e Exército e de preferência na linha da frente.
Citando Jean Paul Sartre: "O inferno são os outros", aplica-se a esta situação que é verdadeiramente um inferno provocado por outros.
Devido ã negligência, há falta de prevenção, e, principalmente, aos actos criminosos Portugal arde quase, pode-se dizer, de norte a sul, incluindo a ilha da Madeira.
É lamentável que os criminosos, alguns deles com antecedentes, sejam libertados e voltem sistematicamente a cometer o mesmo crime, não sou apologista da violência e sou de todo contra a pena de morte mas por vezes dou por mim a desejar que estes filhos da puta ardam no inferno que criam, onde tudo se destrói pela força imperiosa e avassaladora do fogo, que nada poupa no seu caminho. Será, pergunto eu, que as cadeias nacionais têm lotação esgotada ou deixá-los apodrecer lá implica despesas extras para o governo, neste caso para o povo, se for o caso ponha-nos a combater os fogos que atearam sob vigilância das autoridades: Bombeiros, Polícia, Proteção Civil e Exército e de preferência na linha da frente.
Citando Jean Paul Sartre: "O inferno são os outros", aplica-se a esta situação que é verdadeiramente um inferno provocado por outros.
domingo, 31 de julho de 2016
Irresistível!
Realizou-se mais uma vez, aqui em Sesimbra, a Feira do Livro, a XIII, e como não poderia deixar de ser lá estava eu caída. Na sexta-feira estive lá para o escritor Gustavo Santos autografar-me o seu último livro, que, por acaso, já tinha adquirido há dois meses, com o título de: "AMA-TE".
Aparentemente pareceu-me um livro, que ultimamente surgem no mercado como cogumelos, daqueles cujos autores nos ensinam a mudar a nossa vida, a aumentar a auto-estima, a ter consciência da nossa espiritualidade, etc. Mas como gostei do título chamativo comprei-o, e não estou arrependida, claro que não me ensinou de todo a amar-me mas tem textos tão bonitos que mereceram o tempo despendido na sua leitura. Durante anos procurei, ou veio ao meu encontro, este género de literatura que me auxiliaram na busca, no reconhecimento, de mim mesma, e posso afirmar que produziram óptimos resultados, faço referência a um deles: "Pode Curar a Sua Vida", de Louise Hay mas houve muitos mais.
Gustavo Santos ao longo deste livro apela ao amor, ao amor próprio, e concordo plenamente com ele, só quando nos soubermos amar completamente é possível amar os outros. Citando-o: " É fundamental deixar o amor fluir por quem somos, pelo que fazemos, e descobri-lo em todas as pessoas e em todas as coisas."
Este livro, depois de o ler do princípio ao fim, é agora aberto arbitrariamente tirando sempre proveito da mensagem que deparo.
E como não resisto acabei por comprar mais uma obra, mais um romance, de José Rodrigues do Santos: "As flores de lótus". É um livro bastante volumoso, ainda não o comecei a ler, mas se lhe tomo o gosto é lido "enquanto o diabo esfrega um olho".
Aparentemente pareceu-me um livro, que ultimamente surgem no mercado como cogumelos, daqueles cujos autores nos ensinam a mudar a nossa vida, a aumentar a auto-estima, a ter consciência da nossa espiritualidade, etc. Mas como gostei do título chamativo comprei-o, e não estou arrependida, claro que não me ensinou de todo a amar-me mas tem textos tão bonitos que mereceram o tempo despendido na sua leitura. Durante anos procurei, ou veio ao meu encontro, este género de literatura que me auxiliaram na busca, no reconhecimento, de mim mesma, e posso afirmar que produziram óptimos resultados, faço referência a um deles: "Pode Curar a Sua Vida", de Louise Hay mas houve muitos mais.
Gustavo Santos ao longo deste livro apela ao amor, ao amor próprio, e concordo plenamente com ele, só quando nos soubermos amar completamente é possível amar os outros. Citando-o: " É fundamental deixar o amor fluir por quem somos, pelo que fazemos, e descobri-lo em todas as pessoas e em todas as coisas."
Este livro, depois de o ler do princípio ao fim, é agora aberto arbitrariamente tirando sempre proveito da mensagem que deparo.
E como não resisto acabei por comprar mais uma obra, mais um romance, de José Rodrigues do Santos: "As flores de lótus". É um livro bastante volumoso, ainda não o comecei a ler, mas se lhe tomo o gosto é lido "enquanto o diabo esfrega um olho".
domingo, 17 de julho de 2016
sábado, 25 de junho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
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| Praia das Bicas |
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| Praia da Foz |
quarta-feira, 15 de junho de 2016
O segundo: Numa zona de conflito armado uma equipa de ajuda humanitária tenta resolver uma situação, onde o humor, drama, emoção, rotina, perigo e esperança cabem num dia perfeito.
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