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segunda-feira, 28 de março de 2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Elucidação

Por vezes tenho a sensação que saio de mim, como se me reportasse a outras vidas, são momentos muito rápidos, quase não consigo perceber o onde e o quando mas há um desses momentos que acontece frequentemente, sempre que entro num castelo lá vem aquela sensação de que já por ali andei, que aqueles espaços são estranhamente familiares, não sendo possível visualizar-me é apenas pela sensação, pela perceção rápida ou intuição que numa vida passada por ali andei. E isto ficaria sem resposta, pois nunca pretendi saber se isto é verdade, se não fosse o caso de ter contado a uma pessoa, com quem me sinto à vontade a falar destes fenómenos, e ela dizer com a maior naturalidade que sim que eu já tinha noutra vida habitado num castelo, conseguia visualizar-me perfeitamente, descrevendo o meu aspecto físico, e a indumentária da época. Como a conversa dava "pano para mangas" e havia outros afazeres demo-la por terminada mas fiquei curiosa, pretendo obter mais informação, caso ela possa dar, se for possível situar-me em determinada época, local e quais as minhas funções nesse local, iria gostar de ter esse conhecimento. Quem sabe se não terei sido uma grande dama de alguma corte, pois há uns anos atrás numa consulta de tarot, (também aí procurei ajuda quando completamente perdida) disseram-me que eu noutra vida tinha tido muito poder, que subjugava e manipulava os outros a meu bel-prazer, supostamente seria nessa época, porque a acreditar na roda da vida, nesta submeti-me aos outros e sou, fui, muitas vezes manipulada. Já agora o castelo onde tive mais intensamente essa sensação é o castelo de Ourém no distrito de Santarém.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Para acalmar

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Justiça!

Tenho dias que só quero ir para o "deserto" , quando estou confusa, perplexa com o comportamento dos que me rodeiam, mais especificamente a família, é que não consigo de todo aceitar que uma pessoa insulte apenas porque lhe dá na real gana, e sair impune porque ela própria de antemão se desculpa dizendo que o que diz não é por mal, com o desplante de ainda acrescentar que não disse nada disso ou que não se lembra de proferir tais palavras, ora isto é uma tremenda hipocrisia, assim todos os outros têm de o absolver, e aí de quem o condenar, passa rapidamente a vitima. É incapaz de formular um simples pedido de desculpa, os que são insultados têm de "engolir" os insultos, o que não é nada saudável, é necessário ter uma boa auto estima para não ficar incomodado por tais "elogios" , e para além disso provoca distanciamento entre os familiares, porque nem todos tem arcaboiço para aceitar que a pessoa é assim, que não altera o seu comportamento gostem ou não. Tem uma frase chave que é indiscutível: "Eu sou assim, não digo por mal", portanto ofender, insultar, levantar falsos testemunhos, humilhar é para ela naturalíssimo, visto que não é intencional, o problema é dos outros, eles é que criam dramas. Sou apanhada no meio, como é habitual, e tento colocar "os paninhos quentes", ou seja tento relevar o assunto na medida que o que insulta e os que são insultados, eu inclusive,  são todos queridos, ficando no meio sofro a dobrar, é fácil dizer que tenho de me manter neutra mas vivo diariamente a situação porque não tenho o distanciamento necessário para criar defesas ou porque não quero criar esse distanciamento pelos que amo. Lamento que a pessoa em questão não se esforce para reconhecer os seus erros, as suas falhas, isso seria dignificante da sua parte, porque tenho o estranho pressentimento que vai ficar muito só, quando digo só é mesmo pelo afastamento dos outros que não lhe toleram o comportamento, e não só a família também os poucos amigos se ressentem desse comportamento, deixando alguns de lhe dirigir palavra.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Despedida

Ao largo desta praia as cinzas da amiga foram hoje, pelas mãos das amigas, depositadas no mar que ela tanto amava. Libertamos-te do último elo, fica em paz. Até ao reencontro.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Luto

Hoje uma amiga partiu, voltou para "casa", libertou-se de tanta dor, tanto sofrimento, agora está em paz.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Há momentos passados numa sala de cinema, num dia de chuva,que dão imenso prazer. Ando numa
"maré" cinematográfica e fui ver "A rapariga dinamarquesa", é um filme intenso, tanto pela actuação dos actores como pela "história" que é contada ao longo do filme.  É baseado no livro  de David Ebershoff que nos conta a vida dupla do pintor dinamarquês Einar Mogens Wegener, um dos primeiros homens  a submeter-se a uma operação para mudar de sexo, transformando-se em Lili Elbe. É outro filme que recomendo, quem gosta de filmes que mexem com as  emoções este é um deles, porque quase que vivemos o drama, sentimos o sofrimento, a insegurança e o medo das personagens, quase ou praticamente deixamos-nos envolver, esquecendo que são actores a dar corpo às personagens.